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04.09
 

No Paraguai, até o Bispo era paraguaio.

Whisky, cigarros, produtos eletrônicos todo mundo sabe: no Paraguai tudo é paraguaio. Até o Lago de Ipacaraí, que eu criança imaginava lindo, gigante e de águas plácidos, quando ouvia a música “Recuerdos de Ipacaraí", se revelou paraguaio na foto que vi, já adulto: uma lagoazica safada e barrenta. Agora, vem o tal Lugo, que para se eleger posou de macho com o Lula e o Brasil, soltando os cachorros em cima de Itaipu. Pois bem, o ex-bispo, uma eminência totalmente paraguaia, agora está em todas as fotos – mal, por sinal – nas principais manchetes como o pai de um paraguaiozito. E já se descobriu que não foi um, nem dois, nem três: há suspeitas de que já foram cinco. Ou mais, se as mães, essas sim, autênticas madres, madres não-paraguaias, botarem a boca no trombone. O assunto ganhou mundo e chegou aqui. Numa roda de samba, alguém levantou a bola do porquê o ex-bispo não ter usado camisinha, evitando assim a propagação da espécie. A bola quicando ali, e alguém dispara de bate-pronto a seguinte pérola: “Porque a igreja não admite a camisinha”. Mais genial, foi a sacada rápida do Silvio Lachtermacher: “Sabe como o Lugo reza o padre-nosso? Em nome do pai, do filho, do filho, do filho, do filho......

 
por João Bosco

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